1º Psicografia – Silvia Madjarof

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1º Psicografia – Silvia Madjarof

Mamãe Rosa, estou aqui buscando sua benção e a paz do seu coração. Sei que as notícias através dos médiuns daqui, são quase que as mesmas notícias que tenho passado a você, através dos médiuns de São Paulo. São linhas diferentes, mas as intenções são as mesmas.

Confesso que estou feliz e agradecida a Deus por me abrir tantas portas Por certo, minha mãe me conhece o bastante para saber que eu não vou inundar esta mesa de lágrimas, e nem tampouco vou reviver o momento da morte… Pelo contrário, enquanto muitos ainda se preocupam com a minha morte, eu me mantenho preocupada com a minha vida.

Mãe, se me proponho a ajudar, se me proponho a aprender, não posso ficar ameaçando meus olhos com lágrimas e atiçando meu coração para a revolta.

Com que ânimo mãe, encontro você diante da minha foto me passando aquelas palavras de coragem: “Vai filha! Vai! A gente agüenta por aqui”. Obrigada italianinha, não sei se seria capaz de ser forte se você não fosse assim. Quero que o papai receba todos os dias, os meus beijos com cheiro de hortelã. Digo a ele, que o beijo agora é mais gostoso, mais fiel, mais amigo. Não que isto já não nos acontecia, mas quero fazer meu paizão ver que a fé faz com que os sentimentos cresçam dentro de nós, e não fujo de que a dor é o combustível mais poderoso para levar a máquina de nossos corações a trabalhar pelo verbo da fé. E que meu pai não reclame que deixei de ajudá-lo, pelo contrário, hoje tenho plena certeza que estou entregando um pouco mais que o de costume a ele.

Sei que meus irmãos, ainda estão vivendo as lutas que devem ser administradas como lições. E, que a Ivete não fuja à calma, que sempre nos faz pensar melhor. Sei que ela me entenderá, porque é meu desejo vê-la junto a Rosana, ao Paulinho, em plena felicidade. Mas, a realidade nos diz sempre que a felicidade é a alegria que alcançamos, mesmo que coberta de tristeza.

Não sei como ficou o caso, mas a querida Marianinha¹ me viu, tenho certeza disto.

Dona Rosa, segura mais esta². A festa não acabou, porque somos amigos e irmãos, acima de todos os assuntos. E o seu carinho de mãe, e suas cantigas, e mesmo as suas leves palmadas, jamais serão esquecidas. Receba meu coração, e saiba que tenho feito o que posso de melhor à nossa amiga Aracy. Receba o beijo que trago a pedido do Alberto³, e que ela, junto ao Sr. Valter e seus filhos, continuem dentro da mesma paz. Beijos meu amor. Saiba que você é a Rosa que não posso ver espinhos, porque nunca me machucou.

Beijão.

Abraços na Ivete, na Rosana e no Paulinho.

Mãezinha, todo meu amor.

Silvinha. 

 

MENSAGEM PSICOGRAFADA PELO MÉDIUM CELSO DE ALMEIDA AFONSO, EM REUNIÃO PÚBLICA, NA NOITE DO DIA 29/01/1991, NO DEPARTAMENTO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL “MARIANO DA CUNHA JUNIOR” – UBERABA – MG.

 

Esclarecimentos:
  • Rosa — Mãe;
  • Paulo — Irmão;
  • Mari (Mariana) — Sobrinha e afilhada da Silvinha, filha da Ivete;
  • Rosana — Irmã;
  • Papai Paulo — Pai, desencarnado em 12/05/1991, aos 57 anos, vítima de infarto. (3 meses e 13 dias dias após o recebimento desta mensagem);
  • Ivete — Irmã, desencarnada em 22/06/2005, aos 44 anos, em decorrência de um câncer;
  • ¹ A Silvinha fala sobre a visão que a Mariana teve. A Maria, bem pequena, falava que tinha visto a tia Silvinha, e nós não sabíamos se era verdade ou não, no entanto, a Silvinha nos confirmou a visão da Mariana nesta mensagem;
  • ² Quando a Silvinha fala que a festa não acabou, é porque ela sabia que nosso paizinho iria partir pouco tempo depois do recebimento desta mensagem, e minha mãe estava muito feliz por receber esta primeira mensagem da Silvinha, 5 anos após o seu desencarne;
  • ³ O Alberto Cardoso Furtado era filho da comadre Aracy e do Sr. Walter. Alberto nasceu em 27/11/1952 em São Paulo, e desencarnou no dia 26/02/1989, aos 36 anos de idade, vítima de pneumonia galopante.