MÉDIUNS

Conheça o trabalho de alguns médiuns que fazem ou já fizeram um trabalho muito lindo e sério.

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Alaor Borges

Nascido em Bebedouro (SP) e radicado em Uberaba (MG) há mais de 40 anos, Alaor Borges Júnior é enfermeiro, médium psicógrafo, orador espírita e coordenador de grupos de estudos doutrinários.

Fundador do Lar Espírita Irmã Valquíria e com amplo trabalho social na cidade. Seu primeiro contato com o Espiritismo ocorreu em 1981, a partir do desabrochar das faculdades mediúnicas no então jovem de formação católica.

Carlos A. Bacelli

Nascido em Uberaba – MG, em 9 de novembro de 1952, é filho de Roberto Baccelli e Maria Odette Prata Baccelli. Casado com a Profª Márcia Queiroz Silva Baccelli, é pai de dois filhos, Thiago e Marcela. Formado em Odontologia, é funcionário aposentado da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos.Formado em Odontologia, é funcionário aposentado da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. Há 50 anos cooperando com as atividades da Casa Espírita “Bittencourt Sampaio”, Baccelli é idealizador e fundador de várias instituições espíritas em Uberaba, entre as quais o Grupo Espírita “Pão Nosso”, o Lar Espírita “Pedro e Paulo”, o Grupo Espírita “Irmão José”, a “Casa do Caminho”, esta última de amparo às vítimas do HIV. Foi durante muito tempo diretor da Aliança Municipal Espírita de Uberaba e secretário da “Comunhão Espírita Crista”, antiga casa de trabalho do médium Chico Xavier. 

Orlando Noronha Carneiro

É natural da cidade de Osasco-SP, profissionalmente atua como Consultor de Processos no segmento da Área da Saúde, percorrendo o Brasil conforme as atribuições outorgadas pela empresa em que trabalha. Atualmente reside na cidade de Wenceslau Braz – Paraná, casado com Leticia Ferraro, tendo como sua filha Karine Scribone Carneiro.

Desde que iniciou na Doutrina Espírita em 1980 passou a visitar periodicamente Uberaba – MG, recebendo de Chico Xavier as instruções preciosas para o seguimento na Doutrina Espírita.

Em 1986, recebeu importante orientação de Chico Xavier para continuar nas tarefas das Cartas Familiares Consoladoras, psicografando na oportunidade com Chico Xavier no Grupo Espírita da Prece – MG.

Adão Netto

Nasceu no dia 5 de janeiro de 1991. O médium Adão Netto, vem há alguns anos, apesar de jovem, vivendo esta nova fé, servindo como um instrumento, cada vez mais afinado com a espiritualidade maior, através de sua mediunidade psicográfica, confortando pessoas cujos entes queridos retornaram ao mundo espiritual.

Aos cinco anos de idade, viu sua mediunidade dar os primeiros sinais. Foram momentos de incerteza, pois sua família de crença católica, e alguns espíritas, não sabia efetivamente definir o que ocorria com o menino.

Tornou-se cético, e por um bom tempo sua mediunidade deu um descanso.

Sempre acreditou em Deus, não o deus das religiões. Começou a estudar e muito, acreditando que a Ciência tudo explicaria. As visões reapareceram e seus avós, médiuns espíritas, concluíram que o jovem era um obsediado, necessitando de tratamento.

Frequentou igrejas evangélicas, católicas, centros espíritas, até que sua tia Carla, de formação católica, o levou a Tenda de Umbanda Vovó Catarina, onde trabalha ativamente até hoje a médium Maria Dorcelina, de 98 anos que desenvolveu sua mediunidade na Tenda Espírita N. S. da Piedade, casa criada pelo médium Zélio Fernandino de Moraes, fundador no plano físico, da Umbanda, em 16 de novembro de 1908, no bairro de Neves, São Gonçalo/RJ. Nesta Tenda de Umbanda Vovó Catarina, de Uberaba-MG, Adão Netto foi iniciado na mediunidade pelo Pai João da Mata Virgem.

E aí, sua mediunidade aflorou.

Hoje são mais de 2500 cartas recebidas, trazendo notícias do lado de lá, confortando familiares, parentes e amigos.

Divaldo Pereira Franco

É considerado um dos maiores divulgadores da doutrina espírita na atualidade. Em 1952, fundou, junto com Nilson de Souza Pereira, a instituição de caridade Mansão do Caminho, que atende diariamente cerca de seis mil pessoas e abriga mais de três mil, centenas delas registradas como filhos do médium.

Já psicografou mais de 250 obras e os livros vendidos já alcançaram a alta cifra de mais de dez milhões de exemplares. É amplamente reconhecido como conferencista e missionário do espiritismo no Brasil e no exterior, sendo alcunhado “Paulo de Tarso do Espiritismo”.

Atualmente Divaldo Franco dispõe de 245 títulos traduzidos para 17 diferentes idiomas (albanês, alemão, espanhol, norueguês esperanto, francês, finlandês, holandês, italiano, inglês, sueco, turco, catalão, húngaro, polonês, russo), além de 20 obras transcritas para o sistema braile.

Escreveu mensagens por Xenoglossia (Xenos = estrangeiro + glossa = língua), isto é, em idiomas que não conhecia, como: alemão, francês, italiano, castelhano, inglês invertido e afrikaans.

Publicou, ainda, o livro Hacia las estrellas (Rumo às estrelas), obra inteiramente psicografada em castelhano, sendo o primeiro título escrito em um idioma que não é o do médium.

Em Memória

Celso de Almeida Afonso

Celso de Almeida Afonso (Araxá, 5 de agosto de 1940 ― Uberaba, 26 de fevereiro de 2013) foi um médium brasileiro. Considerado por vários seguidores do Espiritismo como um dos sucessores de Chico Xavier, mas ele jamais aceitou esse título, pois sempre disse ser apenas o aluno de Chico.

Médium psicógrafo, trabalhou mais de 40 anos estudando e aplicando a doutrina espírita. Nos últimos anos, dedicava-se ao Centro Espírita “Aurélio Agostinho”, em reuniões públicas às segundas e sextas-feiras em Uberaba, recebendo caravanas de todo Brasil, principalmente mães, em busca de uma notícia do filho.

“Celso psicografou mais de 20 mensagens da minha filha Tatiana Madjarof Bussamra, e foi através dessas cartas que o meu trabalho com o Celso juntamente com a Tati começou. Eterna Gratidão!” (Rosana Madjarof)

Chico Xavier

Chico Xavier (1910-2002) foi um médium brasileiro, reconhecido como o maior psicógrafo de todos os tempos. Com 4 anos de idade já via e ouvia os espíritos e conversava com eles.

Chico Xavier (1910-2002) nasceu em Pedro Leopoldo, Minas Gerais, no dia 2 de abril de 1910. Filho do operário humilde e da lavadeira Maria João de Deus ficou órfão de mãe quando tinha cinco anos de idade. Seu pai se viu obrigado a entregar alguns dos seus nove filhos aos cuidados de pessoas amigas e Chico Xavier ficou aos cuidados de sua madrinha, mulher nervosa que o maltratava cruelmente. Várias vezes ouvia sua falecida mãe dizer que enviaria um anjo para reunir toda a família. A segunda esposa de seu pai reuniu todos os seus irmãos e ainda teve mais cinco filhos.

Chico Xavier passou a ter sonhos. Durante a noite se levantava agitado e conversava com os espíritos. De manhã, contava seus sonhos a sua família. O pai resolveu levá-lo ao vigário de Matozinhos que depois de ouvi-lo recomendou que o garoto não lesse mais jornais, revistas e livros. Disse-lhe que ninguém volta a conversar depois da morte.

Ao conversar com sua mãe, triste por não ser compreendido por ninguém, escutou dela que precisava modificar seus pensamentos, que não deveria ser uma criança indisciplinada, para não ganhar antipatia dos outros. Deveria aprender a se calar e que, quando se lembrasse de alguma lição ou experiência recebida em sonho, que a seguisse. Precisava aprender a obediência para que Deus um dia lhe concedesse a confiança dos outros. Durante 7 anos consecutivos, de 1920 a 1927, ele não teve mais qualquer contato com sua mãe.

Integrado na comunidade católica, obedecia às obrigações que lhe eram indicadas pela Igreja. Se confessava, comungava, comparecia pontualmente a missa e acompanhava as procissões. Levantava cedo para começar as tarefas escolares e em seguida seguia para o serviço da fábrica onde trabalhava de três da tarde, para sair as onze da noite.

Em 1925 deixou a fábrica indo trabalhar na venda do Sr. José Felizardo. As perturbações noturnas continuaram, depois de dormir, caia em transe profundo. Em 1927 uma de suas irmãs ficou doente. Um casal de espíritas, reunido com sua família realizaram a primeira sessão espírita que teve lugar em sua casa. Na mesa, dois livros, “O Evangelho Segundo o Espiritismo” e o “O Livro dos Espíritos”, de Allan Kardec. Ouviu da mãe: “Meu filho, eis que nos achamos juntos novamente. Os livros a nossa frente são dois tesouros de luz. Estude-os, cumpra com seus deveres e em breve a bondade divina nos permitirá mostrar a você seus novos caminhos”.

A primeira e única professora de Chico que descobriu sua mediunidade psicográfica foi D. Rosália. Fazia passeios campestres com os alunos que deveriam no dia seguinte levar uma composição descrevendo o passeio. A de Chico tirava sempre o primeiro lugar. Ao entrar para o funcionalismo público, como datilógrafo, na Fazenda Modelo do Ministério da Agricultura, começa a demonstrar sua admiração pela natureza.

Em 7 maio de 1927 foi realizada a primeira sessão espírita no lar dos Xavier, em Pedro Leopoldo. Em junho do mesmo ano foi cogitada a fundação de um núcleo doutrinário. Em fins de 1927 o Centro Espírita Luiz Gonzaga, sediado na residência de José Cândido Xavier, que se fez presidente da instituição, estava bem frequentado.

A nova sede do Grupo Espírita Luiz Gonzaga foi construída no local onde se erguia, antigamente, a casa de Maria João de Deus, mãe de Chico Xavier. Em 8 de julho de 1927, Chico Xavier fez a primeira atuação do serviço mediúnico, em público. Seu primeiro livro psicografado foi publicado em 1931. Nesse mesmo ano Chico passou a receber as primeiras poesias e escreveu “Parnaso de Além-Túmulo”, que foi lançado em julho de 1932. Em 1950, Chico Xavier já havia psicografado mais de 50 livros.

Em 5 de janeiro de 1959 mudou-se para Uberaba, sob a orientação dos Benfeitores Espirituais, iniciando nessa mesma data as atividades mediúnicas, em reunião pública da Comunhão Espírita Cristã. Deu início a famosa peregrinação. Aos sábados, saindo da “Comunhão Espírita-Cristã”, o médium visitava alguns lares carentes, levando-lhes a alegria de sua presença amiga, acompanhado por grande número de pessoas. A cidade de Uberaba, transformou-se num polo de atração de inúmeros visitantes das mais variadas regiões do Brasil e até mesmo do exterior.

Os direitos autorais de seus livros publicados são cedidos gratuitamente às editoras espíritas ou a quaisquer outras entidades. Chico psicografou 451 livros, reproduzia o que os espíritos lhe transmitiam. Seus livros foram traduzidos para vários países. Psicografou várias cartas de mortos para suas famílias.

Chico Xavier faleceu em Uberaba, Minas Gerais, no dia 30 de junho de 2002.

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