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Saudade e Adeus - Tatiana Madjarof Bussamra - Página Inicial

 

 Saudade e Adeus

 

Atitudes no Lar

 

 

 Certa vez uma criança de sete anos perguntou à sua mãe, que era famosa apresentadora de programa de TV:

─ Mãe, por que na tela da televisão você sempre aparece sorrindo e feliz e em casa está sempre séria e nervosa?

A mãe, pega de surpresa, respondeu:

─ É porque na televisão eu sou paga para sorrir.

E a filha, mais que depressa, tornou a perguntar:

─ Mãe, quanto você quer ganhar para sorrir também em nossa casa? 

A pergunta da garotinha nos oferece motivos de reflexão.

Por que não sorrir no melhor lugar do mundo, que é o nosso lar? Por que não dar para os nossos tesouros mais preciosos, o melhor?

Você já parou para observar um irrigador de grama em funcionamento?

Girando, ele irriga toda a grama à sua volta. Mas quando chegamos mais perto, observamos que a grama que está próxima do irrigador, está seca.

O irrigador molha a grama que está distante de si, mas não consegue molhar a grama que está mais próxima.

Será que em nossa família estamos agindo à semelhança do irrigador de grama?

Se estamos, é hora de mudar com urgência. Verifiquemos que quando um amigo vem à nossa casa, colocamos um sorriso no rosto.

Procuramos ser prestativos, companheiros, perguntamos como ele está, o que tem feito. Somos extremamente simpáticos. Nosso rosto é a própria expressão da alegria e da camaradagem. Batemos carinhosamente em suas costas. Olhamos com respeito e amizade nos seus olhos. Sorrimos e sorrimos muito.

Toda nossa atenção, durante o tempo em que ele está conosco, é para ele. Deixamos as nossas atividades habituais, largamos o jornal, deixamos de assistir o programa de TV que tanto gostamos.

Termina a conversa, o amigo precisa ir embora e despedimo-nos. Acompanhamo-lo até à porta, ficamos acenando até ele desaparecer na rua.

Agora, voltamos para o interior da nossa casa e para nossa família.

Como que num passe de mágica, nosso rosto se fecha, ficamos carrancudos.

Vamos ler nosso jornal em silêncio, e que ninguém nos perturbe. Passamos a ser outra pessoa. Junto ao amigo somos pessoas simpáticas e sorridentes. Junto à nossa família somos antipáticos e exigentes. Por quê?

Será que os nossos amores não merecem a nossa atenção e o nosso carinho?

Pense nisso! 

Se você se deu conta que está agindo mais ou menos como um irrigador de grama, reverta logo a situação.

Ainda hoje, enquanto você está com seus filhos, sua esposa, seus pais, seja alegre.

Converse. Interesse-se pela vida deles. O que eles fazem enquanto você está na escola, no trabalho, na rua?

Eles estão com algum problema? Gostariam de contar?

Sorria. Conte histórias de bom conteúdo. Relate fatos de sua experiência. E sorria.

Sobretudo, abrace com carinho, beije com amor.

Agindo assim, nossa casa se transformará em um lar.

E ainda hoje seremos mais felizes.

 

   

 
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Jackie Freitas - Fênix - Mulheres Que Renascem - 19/05/2010 - 12:57 h.

Olá minha linda Rosana!
Na minha casa não uso nenhum tipo de armadura! Algumas vezes, infelizmente, deixamos transparecer aos nossos filhos a preocupação que sentimos. Não dá para evitar, amiga...apenas atenuar. Infelizmente vivemos numa época que problemas diversos nos cercam e rondam, muitas vezes, o nosso lar. Procuro dar o meu melhor a eles, mas inevitavelmente o pior acaba indo também, por mais que tentamos filtrá-lo. Sou muito transparente e divido alegrias e tristezas. Somos uma família e estamos unidos, inclusive, nesses momentos.
O que penso é que não podemos transformar os nossos dias apenas em problemas e procurarmos enxergar beleza nas pequenas coisas que nos cercam.
Mas, dou muito amor, carinho e me dedico ao máximo para que meus filhos vejam alegria na vida, que o sorriso deles esteja sempre estampado em seus lindos rostos.
Beijo, querida. Adorei o seu post!
Jackie.


Roniel A. Julio - Blog do Roni - 19/05/2010 - 16:14 h.

Amiga Rosana, esse texto nos faz refletir profundamente sobre as nossas atitudes dentro do convívio do nosso lar. Devemos ficar mais atentos com o nosso posicionamento para com os nossos, pois o texto que nos passa é uma grande lição de vida, e acredito que nós todos agimos dessa forma, em algum momento de nossa vida. Muitas vezes damos mais valor aos amigos e desconhecidos, do que às pessoas com quem dividimos o mesmo teto. Parabéns pelo excelente texto. Abraços. Roniel.



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