INDAGAÇÃO DOS PAIS - MÉDIUM CELSO DE ALMEIDA AFONSO - PORTAL ESPÍRITA E FILOSÓFICO SAUDADE E ADEUS
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Indagação dos Pais...

 

 

LIVRO JARDIM DE CRIANÇAS   Quando a desencarnação, comumente chamada “morte”, arrebata do coração de pais, tirando do convívio físico, aqueles seres tão amados, que tudo representavam em forma de esperança e futuro promissor, imediatamente, somos levados a fazer uma série de indagações. Indagações essas, quando não feitas com certa dose de revolta para com a Justiça Divina, exprimem-se como vazão ao nosso “momento”, na tentativa de encontrarmos um remédio, pelo menos paliativo, capaz de minimizar a terrível dor:

- Por quê?

- Como isso foi acontecer, logo com a gente?

- Nosso filho, tão cheio de vida?

- Por que de forma tão trágica?

- Por que uma enfermidade tão cruel?

- Por que uma criaturinha tão inocente partir assim?

E o Espiritismo, o Consolador Prometido, nos oferece, a nós, os pais, a oportunidade de ouvirmos dos próprios filhos, através do intercâmbio mediúnico, pela psicografia, as respostas reconfortantes, esclarecedoras e a certeza de que a vida continua, nos afirmando que o túmulo é a porta de entrada para a Vida Maior, que é a vida do espírito.

O nosso objetivo, então ao organizarmos este trabalho com as cartas daqueles que foram crianças e que retornaram crianças ao Plano Espiritual, é o de mostramos, com as palavras deles, que para o Espírito, o mais importante é a continuidade da Vida, sempre unidos pelos verdadeiros laços de amor a criaturas tão meigas, dóceis, que para os pais representam as mais lindas flores, formando assim um autêntico “Jardim de Crianças”.

Texto Extraído do Livro "Jardim de Crianças", Psicografado pelo Médium Celso de Almeida Afonso.

 
 
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Vera - Eu, Mulher, na Idade Madura - 01/03/2010 - 21:21 h.

Eu não tive nunca que passar por esta dor!
Sei que a única resposta que um pai gostaria de receber, e único consolo seria a certeza que a vida de seu filho continua, em um lugar melhor e que tudo teve um sentido.
Espero que os pais, de uma forma ou de outra consigam obter esta certeza.
Abraço, Vera.


Madresgate - Poesias & Fatos - 01/03/2010 - 21:57 h.

Ola "Menina"

Cá estou novamente.
O texto que você apresenta se faz presente na maioria das famílias tendo o fato como realidade.
Realidade que não queremos encarar, e nem tão pouco desejamos que aconteça.
Estudos já revelados dão conta de que o ser humano encara todos os desafios de sua vida, mas um, um apenas não faz parte deste rol; este chamado de "medo da morte" está no interior de todos nós, alguns o encaram de forma sutil, outros o abominam devido a dor que causa.
Sabemos que viemos a este "mundo" com a tarefa de cumprirmos nossa jornada; temos um propósito, não podemos fugir dele, e quando nossa tarefa termina devemos dar lugar aos novos participantes deste jogo da vida.
É triste, é difícil, é doloroso, sempre tivemos a certeza de que nós, pais, iremos antes de nossos filhos, mas as surpresas da vida não inevitáveis, não declinam hora, dia, lugar, simplesmente acontecem.
Para o ser humano encarar esta realidade é como se não existisse o chão, lágrimas rolam ao rosto, pensamentos se confundem, perguntas ficam sem respostas, a dor toma conta do coração, a culpa invade o pensamento, mas, tudo isto é em vão..., a partida já aconteceu.
Sou pai, não passei por este momento, confesso que não quero passar, mas nossas vidas a "DEUS" pertence, nosso Pai sabe o que podemos suportar.
Muitos o culpam por estas perdas, sem elas a humanidade não caminha, devemos de alguma forma entender suas razões mesmo que por mais difíceis sejam.
Perder um filho é perder parte de nós, nossa alma se modifica nossas vidas ficam menores, mas nossos pensamentos se elevam em busca de sua força.
Pode até parecer ilusão, mas todos aqueles que partem permanecem em seus devidos lugares, transformar suas almas em uma aura presente em todos os nossos momentos.
Um forte exemplo disto é você, que pelo prazer de gritar ao mundo quem foi sua linda filha, se empenha em diversas tarefas que marquem a história desta "pequenina menina".
O grito de seu coração alcança os quatro cantos do mundo e os pensamentos se fortalecem na idéia de que tudo isto é possível.
Acreditar em uma vida superior é certamente louvável, pois de fato ela acontece.
Ter a certeza de poderemos "voltar" somente nosso "Pai" poderá nos responder quando ao seu lado estivermos.
"Menina", é difícil terminar este comentário, você até pode compreender as razões.
Parabéns por sua postagem.
Um forte abraço.
Mad.


Lilian Candello Salvadori - Blog da Vovó Lili - 02/02/2010 - 00:51 h.

Olá querida amiga Rosana,

Um texto muito significativo ao corações dos pais que se encontram nessa situação de perda.

Aceitar a morte de um filho, tão amado, encerra uma dor terrível no peito, capaz de sufocar de tanta pressão e sofrimento.

Você querida, sabe bem como é, e dá o maior exemplo de nobreza, de resignação, aceitação e desprendimento, com sua força para se dedicar a consolar e confortar familiares que passaram por isso.

Seu trabalho é admirável e peço a Deus que lhe dê muita saúde, paz, tranqüilidade, segurança emocional, paciência e disponibilidade para continuar sua missão auxiliadora.

Deus a abençoe e a proteja em todos os dias de sua vida.

Carinhoso e fraterno abraço,
Lilian.


Neuza Floriano Paz - 29/04/2010 - 12:36 h.

Olá! Quero aqui nesse espaço, expressar a minha dor, pois vivo esse pesadelo neste momento. Fez 2 anos agora, 29/03, que um pedaço de mim me foi arrancado, e ainda não encontrei a conformidade, tenho rompantes de revolta. O tamanho da dor é insuperável, parece nunca ter fim. Preciso de ajuda. Gostaria de ter uma prova da vida do outro lado em que ele se encontra, e as respostas que só ele poderia me dar. Se por acaso alguém puder me ajudar, ficarei eternamente grata, pois tenho outro filho que precisa de mim inteira pra lhe cuidar, e estou lutando com a vida, matando 6 leões por dia.

Tenho que vencer.


Maria José - 25/05/2010 - 17:42 h.

Estou me fazendo essa pergunta até hoje. Perdi 2 filhos, um com 18 anos, e um ano e meio depois perdi outro de 21 anos. Os dois de forma trágica.



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