RETRATO DE UMA SAUDADE PARTE FINAL- A TRAJETÓRIA DO GUERREIRO DE 12 ANOS - PORTAL ESPÍRITA E FILOSÓFICO SAUDADE E ADEUS
Saudade e Adeus - Tatiana Madjarof Bussamra - Página Inicial

 

 Saudade e Adeus

 

Retrato de Uma Saudade Sem Fim - Final

A Trajetória do Guerreiro de 12 Anos:  Vitor Lovison do Amaral

Por Viviani (Mãe do Vitor)

 

FRASE QUE O VITOR ESCREVEU NA PORTA DO SEU QUARTO Vivian também é Palmeirense roxa e torce pra valer quando o Palmeiras joga. Ela gosta de jogar futebol e ficou com o uniforme do Palmeiras que era do Vitor e com a chuteira também. Haja coração para nós, pais.

O Vitor apelidou sua irmãzinha Vivian de “Viva”, ainda quando eu estava grávida dela, pois como ele não sabia falar direito, ele a chamava de “Viva” e assim ficou. Há pouco tempo achei o significado do nome da Vivian que quer dizer viva, com vida.

Um dia a Vivian falou que queria que fosse com ela a doença, porque menina brinca mais de boneca, casinha, isto é, a brincadeira é mais parada do que as brincadeiras de menino, devido ao fato do Vitor estar sem andar e não poder jogar bola como tanto gostava.

O Vitor um dia disse que ainda bem que essa doença não foi com a Vivian, pois ela é muito fraquinha e não ia agüentar. Eu ouvia e pensava: Meu Deus! Que filhos maravilhosos o Senhor me deu.

Meu coração de mãe sangrava a cada dia, a cada hora e a cada minuto, mas eu estava de pé, cuidando dos meus filhos. Chorei muitas vezes debaixo do chuveiro quando o Vitor não estava em casa, e também na igreja.

Quando foi diagnosticado que o tumor voltou, corri para uma rua perto de casa, no bairro onde moro e gritei, chorei, e depois me refiz para prosseguir até o fim.

VITOR JOGANDO VÍDEO-GAMEEu não tinha empregada doméstica antes do Vitor adoecer, tinha somente uma diarista, a Jovina, a qual estava conosco desde que me casei e tive o Vitor, e depois a Vivian. Jovina trabalha também de diarista na casa de minha mãe (vó Maria), e por isso é como se fizesse parte de nossa família. Lembro-me que quando estava grávida do Vitor, nós duas fomos limpar o Lions Clube local onde foi realizado o meu casamento. O Vitor, desde que nós nos mudamos para nossa casa própria, no mesmo bairro que a Jovina mora, tornou-se amigo do filho dela, o Maurício, eles jogavam bola juntos no campinho perto de casa, jogavam vídeo-game e jogos no computador. Maurício vinha sempre visitar e fazer companhia ao Vitor na época que ele estava doente.

Infelizmente quando o tumor do Vitor voltou, em 03 de dezembro de 2007, numa segunda-feira, o Vitor começou a perder os movimentos de suas pernas pela 2ª vez e, neste dia, a Jovina estava fazendo faxina em nossa casa e presenciou tudo. Tivemos então que correr com ele de um lado para o outro, fazendo novamente mais exames de ressonância magnética e, logo em seguida, ele começou quimioterapia venal. Foi nesta época que ele teve que usar fraldas, e eu e o Carlos é que dávamos banho e o trocávamos. Neste período, também por causa da quimioterapia, ele passava muito mal, enjoava muito e vomitava bastante. Vitor ficava vários dias sem comer. Ele chupava muitas laranjas trazidas pelo meu tio Atílio, pois era o que ele conseguia ingerir. Até o cheiro de minha comida, que ele tanto gostava, fazia com que ele enjoasse. Eu mantinha sua caminha sempre limpinha e cheirosa, seu quarto sempre arrumadinho, como ele sempre gostou, e fazia de tudo para ele, com todo amor e carinho.

VITOR LOVISON DO AMARALEu e o Carlos quando o trocávamos, fazíamos brincadeiras para distraí-lo e ele acabava rindo, se descontraindo. O cansaço e o estresse neste período começaram a pesar. Era muito sofrimento para mim e para o Carlos ver nosso filho sofrendo. Precisávamos ser fortes e passar tranqüilidade para ele, por isso eu fazia de tudo para que tivéssemos a mesma rotina de sempre em nossa casa. Recebíamos muitas visitas por conta disto, e o Vitor resolveu imprimir um papel no seu computador, cobrando pedágio para quem viesse visitá-lo com os horários e valores, e colou na porta do seu quarto o papel. A Lúcia, minha prima, mas que todos a chamam de tia Lúcia, pagava o pedágio trazendo acerola para o Vitor, pois ele gostava muito de chupar esta fruta.

Como a Jovina não podia trabalhar em casa mensalmente (foi com muita tristeza em meu coração que tive que dispensá-la), pois ela fazia faxina em outras casas também, e minhas irmãs me aconselharam a arrumar alguém para trabalhar em casa todos os dias, para que naquele momento tão difícil que nós estávamos vivendo, eu não me preocupasse com o serviço da casa (lavar roupas, passar, limpar a casa e o quintal), pois assim eu poderia me dedicar totalmente ao Vitor e a Vivian também. E quando eu precisasse sair para fazer compras no supermercado, ir a padaria, levar e buscar a Vivian na escola, o Vitor não ficaria sozinho, porque o Carlos estava no serviço.

Neste período teve pessoas boas que me auxiliaram, como a Cleide que veio trabalhar em casa no mês de fevereiro de 2008. Foi meu irmão Zezito e minhas irmãs Léia e Vânia que pagavam ela para mim, mas quem cuidada do Vitor em tempo integral era somente eu e o Carlos. Foi bom ter alguém para me ajudar com os afazeres domésticos para que eu pudesse cuidar exclusivamente do Vitor.

Como o Carlos ia para o serviço, durante o dia eu trocava o Vitor e dava seus remédios. Lembro-me que uma única vez a Cleide precisou me ajudar a trocar o Vitor, e ele, então constrangido, fechou os olhos e levou seu bracinhos na frente tampando seus olhos, e ela disse a ele com muito carinho que também tinha filhos e era para ele vê-la como uma mãe, ou até mesmo como uma avó. Nesta época o Vitor estava pesado e, às vezes, era difícil para eu trocá-lo sozinha, mas nas outras vezes que se seguiram, e o Carlos não estava em casa para me ajudar, eu sempre procurei não pedir mais ajuda para não ver meu filho envergonhado, pois ele já estava virando um homenzinho. Meu Deus! Quanto sofrimento para nós, mas principalmente para ele.

VITOR LOVISON DO AMARALEle gostava da minha comida, e por isso raramente a Cleide cozinhava para nós, mas lembro-me até hoje como era a sopa que ela nos fazia, e nós tomávamos quando chegávamos cansados e tristes de Botucatu.

A Vivian até hoje não esquece os bolinhos de arroz que ela fazia para nós. O Vitor adorava que ela fizesse café da tarde para ele, pois ela sempre levava o café para ele no seu quarto, onde ele ficava no seu computador ou no vídeo game. Aliás, foi a Cleide que ajudou o Vitor a dar o nome à sua história, e se me lembro bem, ela sugeriu “guerreiro”.

Cleide é uma senhora boa e humilde, ela é budista e me ensinou a meditar. O Vitor me ouvia meditando e começava a me imitar, tirando sarro dizendo: “não miorengui quiosque”, e dizia que era para dar fome nele.

Teve um dia que o Vitor pediu para a Cleide que fosse com ele caçar formigas e a Cleide topou. E o Vitor foi com sua cadeira de rodas motorizada. Eles entraram num terreno perto de casa, onde tinha um cupinzeiro, e a Cleide com o seu pé desmanchava o cupinzeiro e pegava as formigas para o Vitor, que colocava dentro de uma caixa. Eles voltaram para casa com muitas formigas. A Cleide não esquece isso até hoje, e tenho certeza de que nunca esquecerá.

Obs:- Um dia, quando ela presenciou o Vitor chegando mal de Botucatu, ela foi para o nosso quintal chorar e eu tive que pedir para que ela não chorasse, pois o Vitor poderia ouvir. Ela não queria ver o Vitor sofrendo e pediu para sair de nossa casa, pois ela perdeu sua mãe com câncer também, quando ainda era pequena. Com a saída dela veio a Patrícia, que divertia muito o Vitor e a gente com seu jeito simples, alegre e despojado de ser.

Vitor, um dia me pediu para que levasse a Patrícia para conhecer o shopping e o cinema de Bauru e, quando fomos fazer mais uma ressonância nele na CDI de Bauru, levamos a Patrícia junto. Vitor também quis levá-la para conhecer a UNESP de Botucatu, o MacDonald’s e o Supermercado Pão de Açúcar, onde ele mostrou à ela os peixes congelados que vendiam lá; ela ficou encantada. No MacDonald’s o Vitor falou para ela escolher o lanche que quisesse que a gente ia pagar. Ele era muito gentil com ela, e nasceu uma bela amizade entre eles e nós também.

VITOR E SEU HAMSTER FREDPatrícia tem um jeito divertido de falar, e lembro-me da expressão usada por ela para referir-se à sua casa, ela dizia: “meu barraco”, e o Vitor a imitava. Dois dias antes dele partir, ele me disse que iria construir no futuro um barraco para ele perto de nossa casa. Patrícia nos fez rir muito num dos momentos mais tristes de nossas vidas e da vida do Vitor, pelas palavras engraçadas que ela dizia e pelas coisas divertidas que ela nos contava. Deus põe as pessoas certas nos momentos certos. Depois que o Vitor partiu, Ela, neste período, fazia companhia para mim que procurava me restabelecer pela perda do Vitor, ela ficou com a gente até janeiro de 2009. Após sua saída, voltei a ter somente diarista.

Na época da doença do Vitor, eu mandei fazer vários cartõezinhos com fotos dele, com seu nome completo e com os seguintes disseres: “Orem pela cura de nosso filho Vitor Lovison do Amaral de 12 anos – Pais Amaral, Viviani e sua irmã Vivian” e distribuía em todos os lugares que eu ia. Perdi a conta de quantos cartõezinhos como este foram feitos.

Sempre levávamos o Vitor passear em Barra Bonita - SP desde que ele era ainda pequeno. Lembro-me que a primeira vez foi em janeiro de 1996 e o Vitor tinha apenas três meses de vida. Vitor sempre gostou muito de passear nesta cidade e nós também.

Em janeiro de 2008, quando o Vitor estava na cadeira de rodas e iria começar mais um ciclo de quimioterapia venal, resolvemos levá-lo para fazer este passeio, pois era de sua vontade, e havíamos combinado antes do tumor voltar que iríamos em janeiro.

Tínhamos tudo para não ir, mas fomos. Nosso filho com câncer, numa cadeira de rodas, o que para outros podia parecer um obstáculo, para nós e para o Vitor não foi. Sem contar que ele iniciaria a quimioterapia na segunda-feira, e nós fomos no sábado e voltamos somente no domingo a noite.

Foi realmente uma aventura cheia de muita emoção. Valeu a pena. E hoje, vendo as fotos deste dia, vejo que o Vitor estava feliz e curtiu cada momento do nosso passeio de férias em Barra Bonita, mesmo estando em sua cadeira de rodas, que na época nem era motorizada.

Fico pensando nas pessoas que têm tudo para aproveitar a vida e não a fazem.

Pessoas que têm o principal que é a saúde, e podem se locomover com suas próprias pernas, mas passam a vida inertes, isto é, sem se mexer. Não fazem nada para si e nem para as pessoas que a rodeiam.

VITOR, VIVIANI, AMARAL E A IRMÃ VIVIAN NA PESCARIAUma pescaria, um passeio para uma cidade próxima, não custa caro e faz tão bem aos nossos filhos e a nós também. Não é preciso viajar para o exterior ou outras cidades de nosso próprio país para ensinarmos aos nossos filhos sobre culturas diferentes, isso eles aprendem sem sair de casa, lendo livros, pesquisando na Internet e nas escolas. Mas é preciso passear com nossos filhos, passeios curtos ou demorados, isto não importa, em cidades próximas ou distantes, ou mesmo em nossa própria cidade. O importante é estamos juntos de corpo e alma, procurando fazer de cada passeio um momento único e inesquecível em nossas vidas, pois são nesses passeios que a família fica mais próxima, e os pais podem dar mais atenção aos seus filhos, aumentando assim o vínculo familiar.

Temos que pensar que aquele dia não irá voltar mais, e que não teremos outra oportunidade igualzinha aquela, pois mesmo que retornemos aos mesmos lugares, com as mesmas pessoas, as situações jamais serão iguais. Cada momento é único, e isso precisamos saber para que façamos tudo com muito amor e carinho, alegrar os que estão a nossa volta, para alegrar nossos filhos e também a nós mesmos.

Voltando a falar do passeio que fizemos em Barra Bonita, em janeiro de 2008.

Nós não fomos com a intenção de dormirmos lá, pois nem levamos roupas para isto. Tinha somente levado roupas suficiente para o Vitor e para a Vivian, pois sempre tive o costume de levar trocas de roupas para as crianças quando saíamos a passeio, independente da distância, isto antes mesmo do Vitor adoecer.

VITOR LOVISON DO AMARAL - SAUDADE ETERNA DESTE GUERREIROAcho que quem tem filhos deve estar sempre prevenido, caso o tempo mude, ou se as crianças vão se sujar, ou derrubar aquele sorvete delicioso em suas roupas, ou mesmo refrigerante..., então, sem estresse. É só trocar e voltar a se divertir, não é mesmo? Os meninos não ligam tanto quando isto acontece, já as meninas se incomodam em ficarem com suas lindas roupinhas sujas ou mesmo molhadas, experiência própria! Mas há exceções é claro. De qualquer modo, é melhor prevenir do que ficar brigando com as crianças para não se sujarem ou mesmo para não derrubarem sorvete na roupa nova, isto não tem nada a ver, não é mesmo? Como diz minha filha Vivian: “Mãe, deixa eu ser feliz!”. E é isso mesmo..., criança precisa brincar, se sujar, se lambuzar e, acima de tudo, ser feliz. O Vitor era uma criança muito feliz, podem ter certeza disso!

Lembro-me que quando ele a e Vivian eram menores, eles brincavam na terra, no barro na casa de minha mãe e se encardiam, depois eu deixava seus pezinhos de molho numa bacia com água e sabão em pó Omo, para que assim se limpassem de tão encardidos que ficavam. Pediatras de plantão, isto pode? Obs:- Eram só os pés, OK! Eles adoravam.

Uma dica: Que tal inventarem um sabonete líquido que tire o encardido de terra dos pezinhos dos nossos anjinhos? Não é uma boa idéia?

VITOR E O QUADRO DE ARGILA DO PEIXE CACHARAPensei que esta seria a última viagem que faríamos à Barra Bonita com nosso filho Vitor, mas não foi. Em julho deste mesmo ano (2008), voltamos novamente com ele para mais um passeio, e desta vez ele já estava com sua cadeira de rodas motorizada, e devido ao tratamento de quimioterapia e a sua doença, Vitor estava mais cansado e tomava mais remédios. Tenho para mim que ele sentia dores nesta época, só que não reclamava. Este foi nosso passeio de despedida com o Vitor, e desta vez ficamos na casa dos amigos Roberto e Amália, que conhecemos em razão do Vitor ter comprado o quadro de argila do peixe Cachara, na banca deles, em nossa viagem de janeiro 2008.

Vitor caiu de sua cadeira de rodas motorizada neste passeio, mas por sorte não se machucou. Quem viu foi o Carlos, Roberto e a Vivian que estavam passeando com ele numa praça próximo da casa do Roberto, isto num domingo antes do jogo do Palmeiras.

Lembro-me que o Vitor quis assistir ao jogo do Palmeiras para só depois viajarmos para nossa cidade, e assim esperamos acabar o jogo para podermos retornar para Cerqueira César.

Não foi um passeio legal desta vez, pois o Vitor não pescou os peixes que tanto queria. Neste dia ventou muito, e  não estava bom para pescaria, isto sem contar que o Vitor não se sentia muito bem, e nós estávamos muito preocupados com ele e com o tratamento que não parecia estar resolvendo.

Nem sei como tivemos tanta força para procurar fazer suas vontades e distraí-lo para passar o tempo e procurar mostrar a ele que poderia fazer ainda muitas coisas das quais gostava, como, por exemplo, pescar.

VITOR E SUA MÃE VIVIANITalvez, muitos de vocês se perguntem o que faz uma mãe ficar escrevendo sobre seu filho que já não está mais aqui. Pois para aqueles que não conseguem ainda entender a dimensão do meu amor e do Carlos pelo nosso filho Vitor que partiu, eu lhes digo: Nossa intenção é que nossa história mais a história do Vitor, possa ajudar muitas pessoas a refletir mais sobre suas vidas e procurarem dar mais valor à ela, a sua família, a seus filhos, aos seus amigos e, também, a ter mais aceitação e amor ao próximo!

Não queremos que tudo o que vivemos ao lado do nosso filho Vitor, que partiu antes mesmo de completar seus 13 anos, e também de tudo o que ele passou antes de partir enfrentando a doença, seja esquecido. Enquanto ele for lembrado, ele permanecerá vivo em nossos corações e se fará presente em nossas vidas. Hoje sei que seu sofrimento e o nosso não foi em vão, pois através da divulgação de sua história real, ele tem ajudado muitas pessoas, e mudou a vida delas para melhor, isto tenho certeza, e um exemplo disto são as mensagens que chegam para nós pelos e-mails e nas caixas de comentários de sua historinha neste site, o qual foi o primeiro que divulgou sua história.

Lembro-me que dois dias antes do Vitor partir, ele me falou que rezava para quem fosse do mau virasse do bem, e que ele gostaria de ajudar as pessoas. Hoje vejo o desejo de meu filho sendo realizado, através da divulgação de sua história, do exemplo de vida que ele deixou.

EPITÁFIO DO GUERREIRO VITOR LOVISON DO AMARALApesar de estar sendo muito difícil para nós darmos continuidade na história de nosso filho Vitor, tenho feito o possível para falar dos momentos que vivemos com tamanha dor em nossos corações e em outros momentos tão divertidos e alegres que vivemos ao seu lado. A saudade nos toma conta e, revendo suas fotos, meu Deus! Que vontade de abraçá-lo, beijá-lo e até mesmo de pegá-lo no colo.

Mas a vida segue em frente e, às vezes, penso que todos se esqueceram que eu e o Carlos perdemos um de nossos tesouros que foi o Vitor, embora saiba que nossos familiares e amigos talvez não queiram tocar no assunto para não nos fazer sofrer.

Me perdoem se com estes relatos, faço correr lágrimas dos olhos das pessoas que tanto amo e que me ama também, só peço que me entendam pois infelizmente nada no mundo poderá fazer com que eu me esqueça de meu filho Vitor e do quanto ele foi, é e sempre será importante em minha vida e também na vida de outras pessoas.

PALMEIRAS! O TIME DO CORAÇÃO DO GUERREIRO VITOR LOVISON DO AMARAL! Sou Viviani, filha, esposa, mãe amorosa e dedicada, e é claro... Palmeirense!

 

 

Se quiserem, podem enviar um e-mail pessoal aos pais do Vitor, Viviani e Carlos, pois eles ficarão muito felizes.

E-mail de Viviane e Carlos - Pais de Vitor

 

   

 
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